Histórias que mostram que a conexão entre esporte e vida cristã vai muito além do que imaginamos.
Ser atleta e ser evangelizador podem parecer universos distantes. Um tem a ver com competição, superação física e vitórias; o outro, com oração, comunidade e busca pela santidade. Mas será que essas duas realidades têm mais em comum do que pensamos?enbsp;
Para responder a essa pergunta, conversamos com Amábilie Koester, ex-jogadora profissional de vôlei e missionária da Comunidade de Vida Shalom, e João Pedro, atleta de handebol do Esporte Clube Pinheiros e jovem da Obra Shalom.
A disciplina que leva à santidade
Amábilie sabe bem o que significa sacrificar-se em prol de um objetivo. Como atleta profissional, aprendeu que, para vencer, era necessário viver uma rotina rígida, cheia de renúncias. “A vida de atleta me deixou a marca da vida comunitária, que pode ser vista como a vida em equipe! Todos cooperando para um bem comum. Hoje, o meu bem comum é a santidade,” afirma.
Essa mesma disciplina que moldava seus treinos e campeonatos agora direciona sua vida missionária. “O espírito de sacrifício, a resiliência e o foco que eu adquiri são hoje fundamentais para a minha caminhada em Deus.”
Além disso, Amábilie destaca que, mesmo na vida missionária, é importante manter a prática de esportes. “Fortalece minha vontade e me ensina a persistir nos desafios espirituais. O esporte é mais que um cuidado com a saúde física; é um exercício que reflete a perseverança necessária para buscar a santidade todos os dias.”


